sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O amor nos tempos do cólera

O poeta é um amador
Ama tão intensamente
Que há quem não chame de amor
Antes, chame inconsequente.

Ela, de tanto pudor
Sente tão poetamente
Que nem finge que é dor
Finge que é dormente.

5 comentários:

Natasha disse...

E tudo isso numa sexta à noite ;]

Natasha disse...

Diego, tem que publicizar mais esse teu blog pras pessoas comentarem.

Diego disse...

Quem é que vai querer ler, Natasha?

Natasha disse...

Tuas fãs. Até a palavra que digitei pra poder comentar corrobora com isso "fansc"

Diego disse...
Este comentário foi removido pelo autor.